1.
Reunido o povo, o sacerdote
dirige-se ao presbitério com os ministros, durante o canto de entrada.
2.
Chegando ao altar e feita a
devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se oportuno, incensa-o. Em
seguida, todos se dirigem às cadeiras.
Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal
da cruz enquanto o sacerdote diz:
Pres: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito
Santo.
O povo
responde:
Ass: Amém.
O
sacerdote, voltado ao povo e abrindo os braços, saúda-o com uma das seguintes
fórmulas:
a)
Pres: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o
amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
b)
Pres: A graça e a paz de Deus, nosso Pai e de
Jesus Cristo, nosso Senhor, estejam convosco.
c)
Pres: O Senhor que encaminha nossos corações
para o amor de Deus e a
constância de Cristo, esteja convosco.
d)
Pres: O Deus da esperança que nos cumula de
toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.
e)
Pres: A vós, irmãos, paz e fé da
parte de Deus, o Pai, e do Senhor Jesus
Cristo.
f)
Pres: Irmãos eleitos segundo a presciência de
Deus Pai, pela santificação do Espírito para obedecer a Jesus Cristo e
participar da bênção da aspersão do seu sangue, graça e paz vos sejam
concedidas abundantemente.
Em
todos os casos anteriores se responde:
Ass: Bendito
seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
Pode-se
usar ainda as seguintes fórmulas:
g)
Pres: O Senhor esteja convosco.
O povo
responde:
Ass: Ele
está no meio de nós.
O
bispo, nesta primeira saudação, em vez de O Senhor esteja convosco, diz:
Bispo: A paz esteja convosco.
E o
povo responde:
Ass: O
amor de Cristo nos uniu.
3. O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá,
em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
Escolhe-se
uma das quatro fórmulas aqui propostas.
Segue-se
o Ato Penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência.
Pres: Irmãos, reconheçamos as nossas culpas para celebrarmos
dignamente os santos mistérios.
Ou:
*
O Senhor Jesus que nos convida à mesa da
Palavra e da Eucaristia, nos chama à conversão. Reconheçamos ser pecadores e
invoquemos com confiança a misericórdia do Pai.
Ou, especialmente nos domingos:
*
No dia em que celebramos a vitória de
Cristo sobre o pecado e a morte, também nós somos convidados a morrer para o
pecado e ressurgir para uma vida nova. Reconheçamos-nos necessitados da
misericórdia do Pai.
Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula: O sacerdote
diz:
Pres: Confessemos os nossos pecados.
Ass: Confesso
a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos, que pequei muitas vezes por pensamentos e
palavras, atos e omissões, (batendo no peito) por minha culpa, minha tão grande culpa.
E peço à Virgem Maria, aos anjos e santos, e a vós, irmãos, que rogueis por mim
a Deus, nosso Senhor.
Segue-se
a absolvição sacerdotal:
Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de
nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo
responde:
Ass: Amém.
4. Segue-se as invocações Senhor tende piedade de nós, caso já não tenham
ocorrido no ato penitencial.
Pres: Senhor, tende piedade de nós.
Ass: Senhor,
tende piedade de nós.
Pres: Cristo, tende piedade de nós.
Ass: Cristo,
tende piedade de nós.
Pres: Senhor, tende piedade de nós.
Ass: Senhor,
tende piedade de nós.
Pres: Deus todo poderoso, tenha compaixão de nós, perdoe os nossos
pecados e nos conduza a vida eterna: Ass: Amém HINO DE LOUVOR
Glória a Deus nas alturas
E paz na terra aos homens por ele
amados
Senhor Deus, Rei dos céus
Deus Pai todo poderoso
Nós vos louvamos, nós vos
bendizemos
Nós vos adoramos, nós vos
glorificamos
Nós vos damos graças por vossa
imensa glória
Senhor Jesus Cristo, Filho
Unigênito
Senhor Deus, Cordeiro de Deus
Filho de Deus Pai
Vós que tirais o pecado do mundo
Tende piedade de nós
Vós que tirais o pecado do mundo
Acolhei a nossa súplica
Vós que estais à direita do Pai
Tende piedade de nós
Só vós sois o Santo
Só vós o Senhor
Só vós o Altíssimo Jesus Cristo
Com o Espírito Santo na Glória de
Deus Pai
Amém, amém, amém, amém
6. Terminado o hino, de mãos unidas, o
sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos
oram em silêncio por um tempo.
Então,
o sacerdote abrindo os braços reza a oração conforme abaixo em Oração da
Coleta.
Deus eterno e todo-poderoso, que
governais o céu e a terra, escutai com bondade as preces do vosso povo e dai ao
nosso tempo a vossa paz. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade
do Espírito Santo.
Ao
terminar, o povo aclama:
Ass.: Amém.

LITURGIA
DA PALAVRA
Para acessar as leituras, clique abaixo:
7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem
sentados.
Primeira Leitura (Is 49, 3. 5-6)
Leitura do Livro do profeta Isaías
OSenhor me disse: “Tu és o meu Servo, Israel, em quem serei
glorificado”. 5E
agora diz-me o Senhor — ele que me preparou desde o nascimento para ser seu
Servo — que eu recupere Jacó para ele e faça Israel unir-se a ele; aos olhos do
Senhor esta é a minha glória. 6Disse ele: “Não basta seres meu Servo para restaurar as tribos de
Jacó e reconduzir os remanescentes de Israel: eu te farei luz das nações, para
que minha salvação chegue até aos confins da terra”.
— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus.
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos
aclamam:
Ass: Graças a Deus.
8. Então é recitado o SalmoSl)
℟. Eu
disse: Eis que venho, Senhor, com prazer faço a vossa vontade!
— Esperando,
esperei no Senhor, e inclinando-se, ouviu meu clamor. Canto novo ele pôs em
meus lábios, um poema em louvor ao Senhor. ℟.
— Sacrifício e oblação não quisestes,
mas abristes, Senhor, meus ouvidos; não pedistes ofertas nem vítimas,
holocaustos por nossos pecados. ℟.
— E então eu vos disse: “Eis que
venho!” Sobre mim está escrito no livro: “Com prazer faço a vossa vontade,
guardo em meu coração vossa lei!” ℟.
— Boas-novas de vossa justiça
anunciei numa grande assembleia; vós sabeis: não fechei os meus lábios! ℟.
Após o
Salmo, é lida a segunda leitura
Início da Primeira Carta de São Paulo
aos Coríntios
Paulo, chamado a ser apóstolo de Jesus Cristo, por vontade de Deus,
e o irmão Sóstenes,2à Igreja de Deus que está em Corinto: aos que foram santificados
em Cristo Jesus, chamados a ser santos junto com todos os que, em qualquer
lugar, invocam o

10.℟ Aleluia, Aleluia, Aleluia
℣. A
Palavra se fez carne, entre nós ela acampou; todo aquele que a acolheu, de Deus
filho se tornou. (Jo 1, 14a. 12a) ℟.
11.
Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no
turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se
diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.
O
sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu
coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho:
em nome do Pai e do Filho + e do
Espírito
Santo.
O diácono
responde:
Diác: Amém.
Se não
houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres: Ó Deus todo-poderoso,
purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso
santo Evangelho.
12.
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se
for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: O
Senhor esteja convosco.
O povo
responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
O
diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte,
na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação
do Evangelho de Jesus Cristo, segundo JOÃO.
Ass: Glória a vós, Senhor.
Então o
diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o
Evangelho.
Naquele
tempo, 29João
viu Jesus aproximar-se dele e disse: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado
do mundo.30Dele
é que eu disse: ‘Depois de mim vem um homem que passou à minha frente, porque
existia antes de mim’.31Também eu não o conhecia, mas se eu vim batizar com água, foi para
que ele fosse manifestado a Israel”.
32E João deu testemunho, dizendo: “Eu vi o Espírito descer, como uma
pomba do céu, e permanecer sobre ele.33Também eu não o conhecia, mas aquele que me enviou a batizar com
água me disse: ‘Aquele sobre quem vires o Espírito descer e permanecer, este é
quem batiza com o Espírito Santo’.34Eu vi e dou testemunho: Este é o Filho de Deus!” — Palavra da
Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
O
sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas
palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
14.
Nos domingos e festas de
preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.
15.
Terminada a homilia, seja feita, quando prescrita, uma das seguintes
profissões de fé: Pres: Professemos
a nossa fé.
a) Símbolo
Niceno-Constantinopolitano
Ass: Creio
em um só Deus, Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas
visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de
Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus
verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por
ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação,
desceu dos céus:
(Todos se inclinam)
e
se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Vhirghem Maria, e se fez homem.
(Todos se erguem)
Também
por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado.
Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde
está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar
os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo,
Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é
adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una,
santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados.
E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.
b) Símbolo
Apostólico
Ass: Creio
em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da
terra;
e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor;
(Todos se inclinam)
que
foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu na Vhirghem Maria, (Todos erguem-se)
padeceu
sob Pôncio Pilatos, foi crucificado morto e sepultado; desceu à mansão dos
mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de
Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos; creio no
Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão
dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
Preparação das oferendas
17.
Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no
altar o corporal, o sanguinho , o cálice e o missal.
18.
Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e
o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da
comunidade e dos pobres.
19.
O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco
sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito
sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade,
fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se
vai tornar pão da vida.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz
alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass: Bendito
seja Deus para sempre!
20. O diácono ou o sacerdote
derrama o vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Pelo
mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso
Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
21.
Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o
altar, reza em silêncio:
Bendito
sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade,
fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para
nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz
alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass: Bendito
seja Deus para sempre!
22. O sacerdote, inclinando, reza
em silêncio:
De
coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso
sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
23. Se for oportuno, incensa as
oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o
povo.
24. O sacerdote, de pé, ao lado do
altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me,
Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
25.
No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos,
o sacerdote diz:
Pres: Orai,
irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai
todo-poderoso.
_____________________________________________
___
Ou:
*
Orai,
irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa
oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ou:
*
Orai,
irmãos e irmãs, para que levando ao altar as alegrias e fadigas de cada dia,
nos disponhamos a oferecer um sacrifício aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ou:
*
Orai,
irmãos e irmãs, para que o sacrifício da Igreja, nesta pausa restauradora na
caminhada rumo ao céu, seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
_____________________________________________
___
O povo responde:
Ass: Receba
o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para a glória do seu nome, para o nosso
bem e de toda a santa Igreja.
26.
Em
seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Concedei-nos, ó
Deus, a graça de participar constantemente da Eucaristia, pois, todas as vezes
que celebramos este sacrifício, torna-se presente a nossa redenção. Por Cristo,
nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.
Pres: O
Senhor esteja convosco.
Ass: Ele
está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações
ao alto.
Ass: O
nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos
graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É
nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres: Na
verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças e
bendizer-vos, Senhor, Pai santo, fonte da verdade e da vida, porque, neste
domingo festivo, nos acolhestes em vossa casa. Hoje, vossa família, para
escutar vossa palavra e repartir o pão consagrado, recorda a ressurreição do
Senhor, na esperança de ver o dia sem ocaso, quando a humanidade inteira
repousará junto de vós. Então, contemplaremos vossa face e louvaremos sem fim
vossa misericórdia. Por isso, cheios de alegria e esperança, unimo-nos aos
anjos e a todos os santos, cantando (dizendo) a uma só voz:
Ao final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:
Ass: Santo,
Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa
glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas
alturas!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA I ou Cânon Romano
80.
O
sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Pai
de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, nós vos pedimos por Jesus
Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos e traça o sinal da cruz sore o pão e o cálice ao mesmo
tempo, dizendo: que
abençoeis + estas
oferendas apresentadas ao vosso altar.
O povo aclama:
Ass: Abençoai
nossa oferenda, ó Senhor!
O sacerdote, de braços abertos, prossegue:
Pres: Nós
as oferecemos pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção,
unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra. Nós as oferecemos também
pelo vosso servo o papa N.,
por nosso bispo N.*,
e por todos os que guardam a fé que receberam dos apóstolos.
O povo aclama:
Ass: Conservai
a vossa Igreja sempre unida!
81.
Memento
dos vivos
1C: Lembrai-vos,
ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. une as mãos e reza em silêncio.
De braços abertos, prossegue:
e
de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fidelidade e a
dedicação em vos servir. Eles vos oferecem conosco este sacrifício de louvor
por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces para alcançar o
perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
O povo aclama:
Ass: Lembrai-vos,
ó Pai, de vossos filhos!
82.
"Infra
actionem"
2C: Em
comunhão com toda a Igreja, veneramos a sempre Vhirghem Maria, Mãe de nosso
Deus e Senhor Jesus Cristo; e
também
São José, esposo de Maria,* os
santos apóstolos e mártires: Pedro e Paulo, André, (Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe,
Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e
Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião), e todos os vossos Santos. Por seus
méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção. (Por Cristo, Senhor nosso. Amém).
O povo aclama:
Ass: Em
comunhão com toda a Igreja aqui estamos. _____________________________________________
___
"COMUNICANTES" PRÓPRIOS
No Natal e Oitava
83.
2C: Em comunhão com toda a Igreja celebramos
o dia santo (a
noite santa) em
que a Virgem Maria deu ao mundo o salvador. Veneramos também a mesma Vhirghem
Maria e seu
esposo
São José.*
Na Epifania do Senhor
84.
2C: Em comunhão com toda a Igreja celebramos
o dia santo em que vosso Filho único, convosco eterno em vossa glória,
manifestou-se visivelmente em nossa carne.
Veneramos
também a Vhirghem Maria e seu esposo São José.*
Da Vigília Pascal até o 2º Domingo da Páscoa
85.
2C: Em comunhão com toda a Igreja celebramos
o dia santo (a
noite santa) da
ressurreição de nosso Senhor Jesus
Cristo.
Veneramos também a Vhirghem Maria e seu esposo
São
José.*
Na Ascensão do Senhor
86.
2C: Em comunhão com toda a Igreja celebramos
o dia santo em que o vosso Filho único elevou à glória da vossa direita a
fragilidade de nossa carne. Veneramos também a
Vhirghem
Maria e seu esposo São José.*
Em Pentecostes
87.
2C: Em comunhão com toda a Igreja celebramos
o dia santo de Pentecostes em que o Espírito Santo em línguas de fogo
manifestou-se aos Apóstolos. Veneramos também a
Vhirghem
Maria e seu esposo São José.*
_____________________________________________
___
88.
O
sacerdote, com os braços abertos. continua:
Pres: Recebei,
ó Pai, com bondade, a oferenda dos vossos servos e de toda a vossa família;
dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação e acolhei-nos entre os
vossos eleitos.
Une as mãos.
(Por
Cristo, Senhor nosso. Amém).
_____________________________________________
___ Da Vigília Pascal ao 2º Domingo da Páscoa
89.
Pres: Recebei, ó Pai, com bondade, a oferenda
dos vossos servos e de toda a vossa família. Nós a oferecemos também por
aqueles que fizestes renascer pela água e pelo Espírito Santo, dando-lhes o
perdão de todos os pecados. Dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da
condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.
(Por
Cristo, Senhor nosso. Amém).
_____________________________________________
___
90.
Estendendo
as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres: Dignai-vos,
ó Pai, aceitar e santificar estas oferendas, a fim de que se tornem para nós o
Corpo e o Sangue de Jesus
Cristo,
vosso Filho e Senhor nosso.
O povo aclama:
Ass: Santificai
nossa oferenda, ó Senhor!
O sacerdote une as mãos.
91.
Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas
de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Na
noite em que ia ser entregue,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue: ele tomou o pão em suas mãos, eleva os olhos,
elevou
os olhos a vós, ó Pai, deu graças e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo
genuflexão para adorá-la.
92. Então prossegue:
Pres: Do
mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e
prossegue:
ele
tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão
para adorá-lo.
93. Em seguida, diz:
Pres: Eis
o mistério da fé.
O povo aclama:
Ass: Anunciamos,
Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
94.
O
sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando,
pois, a memória da paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos
e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo,
vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício perfeito e
santo, pão da vida eterna e cálice da salvação.
O povo aclama:
Ass: Recebei,
ó Senhor, a nossa oferta!
95.
Prossegue, de braços abertos:
Recebei,
ó Pai, esta oferenda, como recebestes a oferta de
Abel,
o sacrifício de Abraão e os dons de Melquisedeque.
96. Une as mãos e inclina-se,
dizendo:
Nós
vos suplicamos que ela seja levada à vossa presença, para que, ao participarmos
deste altar, recebendo o Corpo e o
Sangue de vosso Filho, ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo: sejamos repletos de todas as graças e
bênçãos do céu.
Une as mãos.
(Por
Cristo, Senhor nosso. Amém).
O povo aclama:
Ass: Recebei,
ó Senhor, a nossa oferta.
97.
Memento
dos defuntos.
O sacerdote, de braços abertos, diz:
3C: Lembrai-vos,
ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. que
partiram desta vida, marcados com o sinal da fé.
Une as mãos e reza em silêncio.
De braços abertos, prossegue:
A
eles, e a todos os que adormeceram no Cristo, concedei a felicidade, a luz e a
paz.
Une as mãos.
(Por
Cristo, Senhor nosso. Amém).
O povo aclama:
Ass: Lembrai-vos,
ó Pai, dos vossos filhos.
98.
Bate no
peito dizendo: 4C: E
a todos nós pecadores, de braços abertos, prossegue:
que
confiamos na vossa imensa misericórdia, concedei, não por seus méritos, mas por
vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão,
Matias e Barnabé, (Inácio,
Alexandre, Marcelino e Pedro; Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês e
Cecília, Anastácia) e
todos os vossos santos.
Une as mãos:
Por
Cristo, Senhor nosso.
O povo aclama:
Ass: Concedei-nos
o convívio dos eleitos.
99.
E o sacerdote prossegue:
4C: Por
ele não cessais de criar e santificar estes bens e distribuí-los entre nós.
100. Ergue o cálice e a patena com a
hóstia, dizendo:
Pres: Por
Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do
Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
O povo aclama:
Ass: Amém.
RITO DA COMUNHÃO
125.
Tendo
colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Obedientes
à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
_________________________________________ Ou:
Pres: Rezemos,
com amor e confiança, a oração que o Senhor
Jesus
nos ensinou:
Ou:
Pres: O
Senhor nos comunicou o seu Espírito. Com a confiança e a liberdade de filhos,
digamos juntos:
Ou:
Pres: Antes
de participar do banquete da Eucaristia, sinal de reconciliação e vínculo de
união fraterna, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:
Ou:
Pres: Guiados
pelo Espírito de Jesus e iluminados pela sabedoria do Evangelho, ousamos dizer:
_________________________________________
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai
nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso
reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de
cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos
a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do
mal.
126.
O
sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos
de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa
misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos,
enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso
é o reino, o poder e a glória para sempre!
127.
O
sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor
Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a
minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja;
dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós,
que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.
128.O sacerdote, estendendo e
unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A
paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O
amor de Cristo nos uniu.
129.
Em
seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou
outras semelhantes:
Diác: Irmãos
e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
_________________________________________ Ou:
Diác: Como
filhos e filhas do Deus da paz, saudai-vos com um gesto de comunhão fraterna.
Ou:
Diác: Em
Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs com sua cruz, saudai-vos com um
sinal de reconciliação e de paz.
Ou:
Diác: No
Espírito de Cristo ressuscitado, saudai-vos com um sinal de paz.
_________________________________________
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz
e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.

130. Em seguida, o sacerdote parte o
pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em
silêncio:
Pres: Esta
união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e
Senhor
nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
131.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass: Cordeiro
de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro
de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro
de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão
se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
132. O sacerdote, de mãos unidas,
reza em silêncio:
Pres: Senhor
Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o
Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus
pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir
sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Senhor
Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem
causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio
para a minha vida.
Faz então a comunhão
RITOS FINAIS
141. Se necessário, façam-se breves
comunicações ao povo.
142. Segue-se o rito de despedida. O
sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O
Senhor esteja convosco.
Ass: Ele
está no meio de nós.
O sacerdote ou diácono diz:
Sac ou Diác: Inclinai-vos
para receber a bênção.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: Abençoe-vos
o Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e
Espírito
Santo.
Ass: Amém.
Em alguns dias ou ocasiões, esta fórmula de bênção poderá ser
substituída, de acordo com as rubricas, por outra fórmula mais solene ou pela
oração sobre o povo.

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