LIVRETO CELEBRATIVO
XXIII DOMINGO DO TEMPO COMUM E POSSE CANÔNICA DO BISPO DIOCESANO DE MANAUS
RECEPÇÃO DO BISPO NA SUA IGREJA CATEDRAL
1. A
tomada de posse um novo Bispo seja realizada em um dia festivo, ou em
um dia onde seja possível o maior número do clérigos presentes.
3. A celebração tem inicio como de costume, sendo presidida integralmente pelo Bispo que toma posse.
4. O
Bispo é recebido à porta da igreja catedral pelo reitor da mesma igreja, revestido
de pluvial. Este apresenta-lhe o Crucifixo a beijar, e a seguir o
aspersório da água benta, com o qual o Bispo se asperge a si mesmo e aos
presentes. Enquanto isso, canta-se o hino Ecce Sacerdos Magnus. Depois, convém seja conduzido à capela do Santíssimo
Sacramento, que adora, de joelhos, por alguns momentos. Em seguida,
dirige-se para a sacristia, onde o mesmo Bispo, presbíteros
concelebrantes, diáconos e restantes ministros se paramentam para a
Missa, que será celebrada segundo o rito estacional.
RITOS INICIAIS
Dá-se início à Santa Missa com a procissão de entrada, enquanto canta-se. O Bispo que preside a posse dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada. Chegando
ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar
em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar.
Depois se dirige com os ministros à cadeira.
Terminado
o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal
da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
℟.: Amém.
Em seguida, o Bispo, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: A paz esteja convosco.
E o povo responde:
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.
Leitura da Bula
Um
dos diáconos ou um dos presbíteros concelebrantes apresenta as Letras
Apostólicas ao Colégio dos Consultores na presença do Chanceler da
Cúria, que exara a respectiva ata. A seguir, do ambão, lê ao povo as
referidas Letras Apostólicas, que todos escutam sentados.
ao venerável irmão Júlio Hoffman Ferraz Sarto,
Decano do Colégio dos Cardeais, eleito Bispo
Diocesano de Manaus, saúde e Bênção Apostólica.
Desde
os tempos apostólicos, o Senhor, Bom Pastor, provê à sua Igreja
Pastores que, à semelhança de Cristo, guiem com sabedoria e amor o povo a
eles confiado. A Igreja de Manaus, insigne na história e na missão
evangelizadora da Amazônia, herdeira de longa tradição missionária e
chamada, em nossos dias, a testemunhar o Evangelho em meio aos desafios
de sua região, necessitava de um Pastor sólido na fé, prudente no
governo e ardoroso na caridade.
Dirigindo,
pois, nosso olhar à tua pessoa, venerável irmão, encontramos em ti
virtudes e méritos que te recomendam de modo especial. Tua experiência
no serviço da Sé Apostólica e os diversos trabalhos já exercidos, tornam
clara a tua fidelidade à Igreja de Cristo e o teu zelo pelo bem do povo
de Deus.
Por isso, com a autoridade apostólica que nos foi confiada, nomeamos-te e constituímos-te Bispo Diocesano de Manaus, confiando-te o governo pleno desta amada Diocese, com todos os direitos e obrigações que o direito canônico estabelece.
E, considerando a tua dignidade na Igreja universal e os relevantes serviços prestados à Sé de Pedro, conservamos-te,
ad personam, a dignidade arquiepiscopal, para que a memória do teu
trabalho na Cúria Romana e no Colégio Cardinalício permaneça inseparável
do novo encargo que agora assumis.
Desejamos,
venerável irmão, que, sustentado pela intercessão de nossa Senhora de
Nazaré, Rainha da Amazônia, e fortalecido pelo testemunho dos santos
missionários que lançaram as sementes da fé na Amazônia, sejas entre os
teus fiéis presença paterna, guia prudente e sinal da misericórdia do
Senhor.
Que
a luz do Espírito Santo te conduza no anúncio da Palavra, na celebração
dos divinos mistérios e na edificação da comunhão eclesial, para que o
povo confiado aos teus cuidados encontre em ti verdadeiro Pastor segundo
o Coração de Cristo.
Datum
Romae, apud Sanctum Petrum, die vicesimo quinto mensis Augusti, anno
Sancto Iubilaei bis millesimo vicesimo quinto, Peregrini Spei, primo
Pontificatus Nostri.
BENEDICTUS PP. VIII
† Henricus A. GÄNSWEINArchiepiscopus T. Urbis Salviae
Ao fim da leitura da Bula, todos dizem:
Ass: Graças a Deus.
Ass: Graças a Deus.
Saudação ao Bispo
O bispo empossante dá lugar na cátedra ao novo bispo diocesano, que senta-se na cátedra.
Feito isto, se for costume, a primeira dignidade do cabido, ou não havendo cabido, o reitor da igreja dirige uma saudação ao Bispo.
Em
seguida, de acordo com os costumes locais, o cabido e pelo menos parte
do clero, e alguns fiéis e, se for oportuno, a autoridade civil
porventura presente, aproximam-se do seu Bispo, para lhe manifestarem
obediência e respeito.
A partir deste momento, o bispo diocesano preside a Santa Missa.
Canta-se o Hino de Louvor.
Coleta
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta;
Ó Deus, olhai com bondade os que redimistes e adotastes como filhos e filhas, e concedei aos que creem no Cristo a verdadeira liberdade e a herança eterna. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Primeira Leitura (Sb 9, 13-18)
Leitura do livro da Sabedoria:
13Qual é o homem que pode conhecer os desígnios de Deus? Ou quem pode imaginar o desígnio do Senhor? 14Na verdade, os pensamentos dos mortais são tímidos e nossas reflexões incertas: 15porque o corpo corruptível torna pesada a alma, e a tenda de argila oprime a mente que pensa. 16Mal podemos conhecer o que há na terra e com muito custo compreendemos o que está ao alcance de nossas mãos; quem, portanto, investigará o que há nos céus? 17Acaso alguém teria conhecido o teu desígnio, sem que lhe desses sabedoria e do alto lhe enviasses teu santo espírito? 18Só assim se tornaram retos os caminhos dos que estão na terra, e os homens aprenderam o que te agrada e pela sabedoria foram salvos.
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
℟.: Graças a Deus.
Todos aclamam:
℟.: Graças a Deus.
Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.
O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.
Responsório Sl 89(90)
- Vós fostes, ó Senhor, um refúgio para nós!
- Vós fostes, ó Senhor, um refúgio para nós!
- Vós fazeis voltar ao pó todo mortal, quando dizeis: “Voltai ao pó, filhos de Adão!”. Pois mil anos para vós são como ontem, qual vigília de uma noite que passou.
- Eles passam como o sono da manhã, são iguais à erva verde pelos campos: de manhã ela floresce vicejante, mas à tarde é cortada e logo seca.
- Ensinai-nos a contar os nossos dias e dai ao nosso coração sabedoria! Senhor, voltai-vos! Até quando tardareis? Tende piedade e compaixão de vossos servos!
- Saciai-nos de manhã com vosso amor, e exultaremos de alegria todo o dia! Que a bondade do Senhor e nosso Deus repouse sobre nós e nos conduza! Tornai fecundo, ó Senhor, nosso trabalho.
Segunda Leitura (Fm 9b-10.12-17)
Leitura da carta de São Paulo a Filêmon:
Caríssimo: 9bEu, Paulo, velho como estou e agora também prisioneiro de Cristo Jesus, 10faço-te um pedido em favor do meu filho que fiz nascer para Cristo na prisão, Onésimo. 12Eu o estou mandando de volta para ti. Ele é como se fosse o meu próprio coração. 13Gostaria de tê-lo comigo, a fim de que fosse teu representante para cuidar de mim nesta prisão, que eu devo ao Evangelho. 14Mas eu não quis fazer nada sem o teu parecer, para que a tua bondade não seja forçada, mas espontânea. 15Se ele te foi retirado por algum tempo, talvez seja para que o tenhas de volta para sempre, 16já não como escravo, mas, muito mais do que isso, como um irmão querido, muitíssimo querido para mim quanto mais ele o for para ti, tanto como pessoa humana quanto como irmão no Senhor. 17Assim, se estás em comunhão de fé comigo, recebe-o como se fosse a mim mesmo.
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
℟.: Graças a Deus.
Todos aclamam:
℟.: Graças a Deus.
Segue-se o Aleluia.
Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho:
em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.
Evangelho (Lc 14, 25-33)
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
℟.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
O povo aclama:
℟.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
℟.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
O povo aclama:
℟.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Naquele tempo, 25grandes multidões acompanhavam Jesus. Voltando-se, ele lhes disse: 26“Se alguém vem a mim, mas não se desapega de seu pai e sua mãe, sua mulher e seus filhos, seus irmãos e suas irmãs e até da sua própria vida, não pode ser meu discípulo. 27Quem não carrega sua cruz e não caminha atrás de mim não pode ser meu discípulo.28Com efeito, qual de vós, querendo construir uma torre, não se senta primeiro e calcula os gastos, para ver se tem o suficiente para terminar? Caso contrário, 29ele vai lançar o alicerce e não será capaz de acabar. E todos os que virem isso começarão a caçoar, dizendo: 30‘Este homem começou a construir e não foi capaz de acabar!’ 31Ou ainda, qual o rei que, ao sair para guerrear com outro, não se senta primeiro e examina bem se, com dez mil homens, poderá enfrentar o outro, que marcha contra ele com vinte mil? 32Se ele vê que não pode, enquanto o outro rei ainda está longe, envia mensageiros para negociar as condições de paz. 33Do mesmo modo, portanto, qualquer um de vós, se não renunciar a tudo o que tem, não pode ser meu discípulo!”
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
℣.: Palavra da Salvação.
O povo aclama:
℟.: Glória a vós, Senhor.
℣.: Palavra da Salvação.
O povo aclama:
℟.: Glória a vós, Senhor.
Depois beija o livro, dizendo em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono.
Segue-se o Creio.
LITURGIA EUCARÍSTICA
Inicia-se
o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no
altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
Convém
que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão
e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para
auxílio da comunidade e dos pobres.
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
℟.: Bendito seja Deus para sempre!
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
℟.: Bendito seja Deus para sempre!
O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
℣.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
℟.: Bendito seja Deus para sempre!
Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me do meu pecado.
Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai,
irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo,
possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai
todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
O povo se levanta e responde:
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas.
Ó Deus, fonte da verdadeira piedade e da paz, concedei que vos honremos dignamente nesta celebração e, pela fiel participação nos sagrados mistérios, sejam reforçados os laços que nos unem. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.
℟.: Amém.
Ⓜ Segue-se o Prefácio, dando início a Oração Eucarística.
Oração Eucarística para diversas circunstâncias III
CP: O Senhor esteja convosco.
AS: Ele está no meio de nós.
CP: Corações ao alto.
AS: O nosso coração está em Deus.
CP: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
AS: É nosso dever e nossa salvação.
CP: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Pai santo, Senhor do céu e da terra, por Cristo, Senhor nosso. De fato, pelo vosso Verbo criastes o universo e tudo governais com equidade. Vós nos destes vosso Filho, feito carne, como mediador; ele nos dirigiu a vossa palavra e nos chamou a seguir os seus passos. Ele é o caminho que nos conduz até vós, a verdade que nos liberta, a vida que nos enche de alegria. Por vosso Filho, reunis em uma só família os homens e as mulheres, criados para a glória do vosso nome, redimidos pelo sangue de sua cruz e marcados com o selo do vosso Espírito. Por isso, agora e para sempre, unidos a todos os Anjos, proclamamos a vossa glória, cantando com alegria:
CP: Corações ao alto.
AS: O nosso coração está em Deus.
CP: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
AS: É nosso dever e nossa salvação.
CP: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Pai santo, Senhor do céu e da terra, por Cristo, Senhor nosso. De fato, pelo vosso Verbo criastes o universo e tudo governais com equidade. Vós nos destes vosso Filho, feito carne, como mediador; ele nos dirigiu a vossa palavra e nos chamou a seguir os seus passos. Ele é o caminho que nos conduz até vós, a verdade que nos liberta, a vida que nos enche de alegria. Por vosso Filho, reunis em uma só família os homens e as mulheres, criados para a glória do vosso nome, redimidos pelo sangue de sua cruz e marcados com o selo do vosso Espírito. Por isso, agora e para sempre, unidos a todos os Anjos, proclamamos a vossa glória, cantando com alegria:
AS: Santo, Santo, Santo,
Senhor, Deus do Universo! O Céu e a terra proclamam a vossa glória.
Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas
alturas!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois Santo e digno de louvor, ó Deus, que amais os seres humanos e sempre os acompanhais no caminho da vida. Na verdade, é bendito o vosso Filho, presente no meio de nós, quando nos reunimos por seu amor. Como outrora aos discípulos de Emaús, ele nos revela as Escrituras e parte o Pão para nós.
AS: Bendito o vosso Filho, presente entre nós!
Pres.: Por isso, nós vos suplicamos, Pai de bondade: enviai e o vosso Espírito Santo para que santifique estes dons do pão e do vinho, e se tornem para nós o Corpo e ✠ o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
AS: Enviai o vosso Espírito Santo!
Na véspera de sua paixão, na noite da última Ceia, Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.
Então prossegue:
Do mesmo modo, no fim da Ceia, ele tomou o cálice em suas mãos, deu-vos graças novamente e o entregou a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Mistério da fé e do amor!
A assembleia aclama:
℟.: Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a vossa vinda!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, ó Pai santo, o memorial da Páscoa de Cristo, vosso Filho, nosso Salvador, anunciamos a obra do vosso amor; pela paixão e morte de cruz, vós o fizestes entrar na glória da ressurreição e o colocastes à vossa direita. Enquanto esperamos sua vinda gloriosa, nós vos oferecemos o Pão da vida e o Cálice da bênção.
A assembleia aclama:
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
Pres.: Olhai com bondade a oferta da vossa Igreja; nela vos apresentamos o sacrifício pascal de Cristo, que nos foi entregue. E concedei que, pela força do Espírito do vosso amor, sejamos contados, agora e por toda a eternidade, entre os membros do vosso Filho, cujo Corpo e Sangue comungamos.
A assembleia aclama:
℟.: O Espírito nos una num só corpo!
1C: Pela participação neste mistério, ó Pai todo-poderoso, vivificai-nos no Espírito, tornai-nos semelhantes à imagem do vosso Filho e confirmai-nos no vínculo da comunhão com o nosso Papa Leão, o nosso Bispo Júlio, os outros bispos, os presbíteros e diáconos e todo o vosso povo.
A assembleia aclama:
℟.: Confirmai na unidade a Vossa igreja!
2C: Fazei que todos os fiéis da Igreja, discernindo os sinais dos tempos à luz da fé, empenhem-se coerentemente no serviço do Evangelho. Tornai-nos atentos às necessidades de todas as pessoas para que, participando de suas dores e angústias, de suas alegrias e esperanças, fielmente lhes anunciemos a salvação e, com eles, sigamos no caminho do vosso reino.
A assembleia aclama:
℟.: Ajudai-nos a criar um mundo novo!
3C: Lembrai-vos dos nossos irmãos e irmãs, que adormeceram na paz do vosso Cristo, e de todos os falecidos, cuja fé só vós conhecestes: acolhei-os na luz da vossa face e, na ressurreição, concedei-lhes a plenitude da vida.
A assembleia aclama:
℟.: Concedei-lhes, Ó Senhor, a luz eterna!
4C: Concedei também a nós, no fim da nossa peregrinação terrestre, chegarmos todos à morada eterna, onde viveremos para sempre convosco e, com a Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe de Deus, os Apóstolos e Mártires, São Carlo Acutis, São Pier Giorgio Frassati, Santo André, São Pedro e todos os Santos, vos louvaremos e glorificaremos, por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por
Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na
unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os
séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
℟.: Amém.
Rito da Comunhão
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: O
banquete da Eucaristia é sinal de reconciliação e vínculo de união
fraterna. Unidos como irmãos e irmãs, rezemos, juntos, como o Senhor nos
ensinou.
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
℟.: Amém.
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
℟.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Como filhos e filhas do Deus da paz, saudai-vos com um gesto de comunhão fraterna.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.
O
diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada
Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.
Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.
Antífona da comunhão
Assim como a corça suspira pelas águas correntes, suspira igualmente minh’alma por vós, ó meu Deus! Minha alma tem sede de Deus e deseja o Deus vivo. (cf. Sl 41, 2-3)
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
Depois da comunhão
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.
Senhor, que alimentais e fortaleceis vossos fiéis com o pão da Palavra e da Eucaristia, concedei-nos desfrutar de tal modo destes dons do vosso amado Filho, que mereçamos para sempre viver em comunhão com ele. Que vive e reina pelos séculos dos séculos.
Ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amém.
Ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amém.
RITOS FINAIS
Feito isso, o chanceler, ou outro presbítero designado, faz a leitura da ata de posse canônica.
Bênção final
O Bispo, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Pres.: Bendito seja o Nome do Senhor.
AS: Agora e para sempre.
Pres.: A nossa proteção está no nome do Senhor.
AS: Que fez o céu e a terra.
CP: Abençoe-vos Deus Todo-Poderoso: Pai ✠ e Filho ✠ e Espírito ✠ Santo.
AS: Amém.
O povo responde:
℟.: Amém.
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Pres.: Bendito seja o Nome do Senhor.
AS: Agora e para sempre.
Pres.: A nossa proteção está no nome do Senhor.
AS: Que fez o céu e a terra.
CP: Abençoe-vos Deus Todo-Poderoso: Pai ✠ e Filho ✠ e Espírito ✠ Santo.
AS: Amém.
O povo responde:
℟.: Amém.
O Diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
CP: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
AS: Graças a Deus!
CP: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
AS: Graças a Deus!
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.



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