LIVRETO CELEBRATIVO
II DIA DO SETENÁRIO SOLENE DE NOSSA SENHORA DE NAZARÉ
TEMA: MARIA, MULHER DE FÉ E SERVIDORA DO SENHOR

07 de Julho de 2026
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RITOS INICIAIS
CANTO DE ENTRADA

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira. 

ACENDIMENTO DA VELA DO SETENÁRIO

Uma vela especialmente preparada é trazida até o presbitério.
O presidente diz:
Pres.: A luz de Cristo, que resplandece na vida da Bem-aventurada Virgem Maria, ilumine nossa caminhada durante estes dias de oração e fortaleça nossa esperança.
Acende-se a vela. Todos respondem:
℟.: Amém.

SAUDAÇÃO INICIAL

Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.

Pres.: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

ABERTURA SOLENE DO SETENÁRIO

Pres.: Irmãos e irmãs, reunidos sob o olhar materno da Virgem de Nazaré, continuamos este Setenário em sua honra. Neste segundo dia, contemplamos Maria como mulher de fé, aquela que acolheu a Palavra de Deus com humildade e se colocou inteiramente a serviço do Senhor. Que o exemplo da Virgem Santíssima nos ensine a confiar nos caminhos de Deus e a responder com generosidade ao seu chamado.

ORAÇÃO INICIAL DO SETENÁRIO
Momento de silêncio

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
Deus eterno e todo-poderoso, que nos destes a Bem-aventurada Virgem Maria como Mãe de vosso Filho e nossa Mãe, concedei que, celebrando com alegria este Setenário em sua honra, cresçamos na fidelidade ao Evangelho e caminhemos sempre sob sua maternal proteção. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

ALELUIA, ALELUIA! 
ALELUIA, ALELUIA!

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Diác.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.

EVANGELHO
(Lc 1,39-45)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.:
O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣.: Naquele dias, Maria partiu apressadamente para a região montanhosa, dirigindo-se a uma cidade de Judá. Entrou na casa de Zacarias e cumprimentou Isabel.
Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança pulou no seu ventre e Isabel ficou cheia do Espírito Santo.
Com um grande grito, exclamou:
“Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar? Logo que a tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança pulou de alegria no meu ventre. Bem-aventurada aquela que acreditou, porque será cumprido o que o Senhor lhe prometeu.”

℣.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.

HOMILIA

Em seguida, o sacerdote faz a homilia, meditando sobre a fé de Maria, sua disponibilidade para servir e sua presença junto daqueles que necessitam.

Após a homilia, guarda-se breve silêncio.

ORAÇÃO PRÓPRIA DO II DIA
Momento de silêncio

Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.

Ó Virgem Santíssima de Nazaré, mulher de fé e servidora do Senhor, nós vos contemplamos caminhando apressadamente ao encontro de Isabel, levando em vosso coração a presença de Jesus. Ensinai-nos a acreditar nas promessas de Deus, mesmo quando não compreendemos plenamente os seus caminhos. Alcançai-nos um coração generoso, pronto para servir aos irmãos e anunciar com alegria a presença de Cristo. Que a vossa fé fortaleça a nossa fé, que a vossa esperança renove a nossa esperança e que o vosso amor nos conduza sempre ao vosso Filho Jesus.

Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

LADAINHA DE NOSSA SENHORA

Reza-se ou canta-se a Ladainha Lauretana, conforme o texto aprovado pela Igreja.

Enquanto se canta a ladainha, aproxima-se da imagem de Nossa Senhora de Nazaré e a incensa com três ductos duplos, em sinal de veneração.

Concluída a incensação, todos permanecem alguns instantes em silêncio.

Ao término da ladainha, todos respondem:

Pres.: Rogai por nós, Santa Mãe de Deus.
℟.: Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

ORAÇÃO FINAL DO II DIA
Momento de silêncio

Terminado a introdução, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio
Ó Deus, que concedestes à Virgem Maria uma fé admirável e um coração disponível para cumprir vossa vontade, fazei que, seguindo seu exemplo, possamos servir com alegria e fidelidade. Concedei-nos permanecer firmes na esperança e caminhar sempre conduzidos pela vossa graça, até alcançarmos a alegria eterna do vosso Reino.

Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

RITOS FINAIS
BÊNÇÃO FINAL

Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

Pres.: Pela intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria, Nossa Senhora de Nazaré, desça sobre vós a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
℟.: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
℣.: Ide em paz, e glorificai o Senhor com vossa vida.
℟.: Graças a Deus.

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.