LIVRETO CELEBRATIVO
III DIA DO SETENÁRIO SOLENE DE NOSSA SENHORA DE NAZARÉ
TEMA: MARIA, MÃE QUE NOS CONDUZ A JESUS

08 de Julho de 2026
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RITOS INICIAIS
CANTO DE ENTRADA

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira. 

ACENDIMENTO DA VELA DO SETENÁRIO

Uma vela especialmente preparada é trazida até o presbitério.
O presidente diz:
Pres.: A luz de Cristo, que resplandece na vida da Bem-aventurada Virgem Maria, ilumine nossa caminhada durante estes dias de oração e fortaleça nossa esperança.
Acende-se a vela. Todos respondem:
℟.: Amém.

SAUDAÇÃO INICIAL

Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.

Pres.: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

ABERTURA SOLENE DO SETENÁRIO

Pres.: Irmãos e irmãs, reunidos sob o olhar materno da Virgem de Nazaré, continuamos este Setenário em sua honra. Neste segundo dia, contemplamos Maria como mulher de fé, aquela que acolheu a Palavra de Deus com humildade e se colocou inteiramente a serviço do Senhor. Que o exemplo da Virgem Santíssima nos ensine a confiar nos caminhos de Deus e a responder com generosidade ao seu chamado.

ORAÇÃO INICIAL DO SETENÁRIO
Momento de silêncio

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
Deus eterno e todo-poderoso, que nos destes a Bem-aventurada Virgem Maria como Mãe de vosso Filho e nossa Mãe, concedei que, celebrando com alegria este Setenário em sua honra, cresçamos na fidelidade ao Evangelho e caminhemos sempre sob sua maternal proteção. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

ALELUIA, ALELUIA! 
ALELUIA, ALELUIA!

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Diác.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.

EVANGELHO
(Jo 2,1-11)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.:
O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣.: Naquele tempo, houve um casamento em Caná da Galileia. A mãe de Jesus estava presente. Também Jesus e seus discípulos tinham sido convidados para o casamento.
Como o vinho veio a faltar, a mãe de Jesus lhe disse:
— "Eles não têm mais vinho."
Jesus respondeu:
— "Mulher, por que dizes isso a mim? Minha hora ainda não chegou."
Sua mãe disse aos que estavam servindo:
— "Fazei tudo o que ele vos disser."
Estavam ali seis talhas de pedra, destinadas às purificações dos judeus. Em cada uma cabiam mais ou menos cem litros.
Jesus disse aos que estavam servindo:
— "Enchei as talhas de água."
Encheram-nas até a boca.
Jesus disse:
— "Agora tirai e levai ao mestre-sala."
E eles levaram.
O mestre-sala experimentou a água transformada em vinho. Ele não sabia de onde vinha, mas os serventes sabiam, pois eram eles que tinham tirado a água.
O mestre-sala chamou então o noivo e lhe disse:
— "Todo mundo serve primeiro o vinho melhor e, quando os convidados já estão embriagados, serve o vinho menos bom. Mas tu guardaste o vinho melhor até agora!"
Este foi o início dos sinais de Jesus. Ele o realizou em Caná da Galileia e manifestou a sua glória, e seus discípulos creram nele.

℣.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.

HOMILIA

Em seguida, o sacerdote faz a homilia, meditando sobre a intercessão de Maria nas Bodas de Caná. Ela percebe a necessidade dos noivos e conduz todos ao encontro de Cristo, ensinando-nos a confiar plenamente em seu Filho.

ORAÇÃO PRÓPRIA DO III DIA
Momento de silêncio

Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.

Ó Santíssima Virgem Maria, Mãe de Nazaré, que nas Bodas de Caná manifestastes vosso coração atento às necessidades de vossos filhos, voltai também hoje vosso olhar misericordioso sobre nós. Ensinai-nos a reconhecer a presença de Cristo em nossa vida e a confiar plenamente em sua Palavra. Assim como dissestes aos serventes: "Fazei tudo o que Ele vos disser", concedei-nos a graça da obediência ao Evangelho, da perseverança na fé e da fidelidade à vontade de Deus. Intercedei por nossas famílias, pelos jovens, pelos enfermos, pelos que sofrem e por todos aqueles que recorrem ao vosso auxílio. Que jamais nos falte o vinho da esperança, da caridade e da paz. Conduzi-nos sempre ao vosso Filho, único Salvador do mundo, para que, vivendo como seus discípulos, alcancemos a alegria eterna do Reino dos Céus.

Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

LADAINHA DE NOSSA SENHORA

Reza-se ou canta-se a Ladainha Lauretana, conforme o texto aprovado pela Igreja.

Enquanto se canta a ladainha, aproxima-se da imagem de Nossa Senhora de Nazaré e a incensa com três ductos duplos, em sinal de veneração.

Concluída a incensação, todos permanecem alguns instantes em silêncio.

Ao término da ladainha, todos respondem:

Pres.: Rogai por nós, Santa Mãe de Deus.
℟.: Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

ORAÇÃO FINAL DO III DIA
Momento de silêncio

Terminado a introdução, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio
Ó Deus, que nos destes a Bem-aventurada Virgem Maria como Mãe e poderosa intercessora, concedei-nos que, fortalecidos por sua proteção materna, permaneçamos firmes na fé e sejamos sempre conduzidos a Cristo. Fazei que, seguindo o exemplo de Nossa Senhora de Nazaré, saibamos ouvir a vossa Palavra, praticá-la com fidelidade e testemunhar o Evangelho em nossa vida diária.

Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

RITOS FINAIS
BÊNÇÃO FINAL

Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

Pres.: Pela intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria, Nossa Senhora de Nazaré, desça sobre vós a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
℟.: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
℣.: Ide em paz, e glorificai o Senhor com vossa vida.
℟.: Graças a Deus.

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.